“Passagem do Cavalinho na Travessia Petrópolis x Teresópolis: como é e como passar com segurança”
Entre tantos desafios que a Travessia Petrópolis x Teresópolis, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, reserva aos montanhistas, um ponto se destaca pela fama e pela mística: a Passagem do Cavalinho.
Localizada próxima ao Abrigo 4, no final do segundo dia da travessia tradicional em 3 dias, essa fenda de pedra exige sangue frio, confiança e técnica para ser superada. O nome vem justamente do movimento que os montanhistas precisam fazer: lançar o corpo para frente como se estivessem montando em um cavalo.
O Desafio Técnico
A passagem não é longa — trata-se de uma fenda entre blocos de rocha. Mas a exposição do trecho, combinada com a fadiga acumulada após dois dias de caminhada intensa, faz com que muitos sintam aquele frio na barriga.
O apoio é feito com as mãos na rocha e um impulso controlado das pernas. E aqui entra a importância de estar com guias preparados: a técnica correta e a segurança adequada fazem toda a diferença.

Mais do que um Obstáculo
A Passagem do Cavalinho é lembrada por todos que completam a travessia. Para muitos, representa um rito de passagem, um ponto simbólico que marca a superação pessoal dentro da Serra dos Órgãos.
Ali, medos são enfrentados, a confiança nos parceiros é testada e a força mental se revela tanto quanto a física.
Segurança em Primeiro Lugar com a Montanha e Mato
Nas expedições Montanha e Mato, todos os integrantes do grupo realizam a travessia do Cavalinho com equipamentos de segurança:
- Cadeirinha;
- Corda dinâmica;
- Mosquetões;
- Freio ATC Guide.
Além disso, nossos guias têm treinamentos em procedimentos de altura e escalada, garantindo que cada participante viva essa experiência com segurança e tranquilidade.
👉 Confira no nosso Reels como é a passagem do Cavalinho nas expedições Montanha e Mato!
Um Símbolo da Travessia
Quem atravessa o Cavalinho carrega na memória uma das passagens mais marcantes do montanhismo brasileiro. Mais do que um obstáculo físico, ele é um símbolo da conexão entre corpo, mente e montanha — um lembrete de que, na travessia, não é apenas o caminho que importa, mas o quanto crescemos com cada passo.


